A importância da parceria no processo de desenvolvimento de cursos on-line
A organização de programas de aprendizagem a distância envolve conhecimento e experiência nos mais variados setores: pedagogia, linguagem visual, design instrucional, tecnologia digital, propriedade intelectual, ambientes regulatórios, marketing e gerenciamento de projetos. Conheça nessa sessão o modelo de parceria utilizado pela Pearson para o desenvolvimento de cursos on-line e como ele pode auxiliar na escolha de soluções apropriadas, garantindo o êxito pleno e seguro do seu negócio.

  Daniela Lopes
Graduada em administração de empresas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), com MBA em marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), atua há onze anos em empresas nacionais e multinacionais na área educacional. Como gerente de soluções da Pearson Education do Brasil, é responsável pela divulgação de produtos ligados a educação a distância, como conteúdo, plataforma e consultoria.
 
 

A propriedade intelectual na produção de conteúdo didático
A produção intelectual na educação superior não parte do nada. Quando desenvolvemos um conteúdo, é impossível ‘inventar’ tudo o que escrevemos. Pelo contrário, tomamos por base o trabalho de inúmeros profissionais e teóricos que vieram antes e nos deixaram como herança livros, artigos e outros conteúdos. Esses conteúdos estão disponíveis para nossa referência e estudo, mas ainda pertencem a seus autores.
Esta palestra/workshop é direcionada a professores e autores que se deparam com a necessidade de desenvolver conteúdo educacional, na forma de livro ou de materiais para educação a distância, e querem trabalhar com a certeza de estar respeitando os direitos autorais e de que os seus também estarão protegidos.

  Roger Trimer
Graduado e pós-graduado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing ESPM), atua há 20 anos no mercado editorial desenvolvendo conteúdos e estratégias para publicações impressas e eletrônicas. Como diretor editorial da Pearson Education do Brasil, tem trabalhado para desenvolver a área editorial educacional, buscando alternativas tecnológicas e metodológicas para fomentar a aplicação de materiais didáticos no ensino e melhorar o aproveitamento dos estudantes.
 
 

Cultura da participação: a contribuição das TICs
Um dos principais desafios para a viabilização de uma nova realidade educacional é a formação de alunos e professores para a participação e ação em conjunto, em diferenciados espaços de aprendizagem. A cultura vigente nos espaços educacionais separa ciosamente professores e alunos em categorias estanques. As organizações e estruturas escolares, isolam ambos. Nessa cultura educacional, o desempenho isolado e solitário é privilegiado e origina a competição e a formação de valores nada democráticos. O discurso educacional que valoriza a cidadania, a cooperação e a participação coletiva apresenta-se na prática pedagógica com ações que caminham em direção contrária a esses valores formativos. Nesta palestra apresentaremos ações inovadoras que realizamos em cursos de graduação e pós-graduação, com intensa participação e integração entre todos os envolvidos no processo. Mais do que disciplinas e cursos on-line, eles se realizam como momentos de aprendizagem de conhecimentos e de valores de uma nova cultura educacional emergente, que valoriza a colaboração e o respeito entre todos, mediadas por novas e diferenciadas TICs.

  Vani Moreira Kenski
Graduada em geografia e pedagogia. Mestre e doutora em educação. Professora no programa de pós-graduação da Unopar. Professora colaboradora nos programas de pós-graduação em educação da USP e do mestrado em televisão digital da Faculdade de Comunicação da Unesp/Bauru. Pesquisadora 1 do CNPq na área de tecnologia educacional. Pesquisadora da Fapesp. Coordenadora do curso de pós-graduação a distância em design instrucional para educação on-line da UFJF/SITE Educacional. Diretora do Site Educacional Ltda. Diretora da Abed. Consultora do Sebrae Nacional. Ex-professora da Unicamp e da UnB. Autora dos livros Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância e Educação e Tecnologias: o novo ritmo da informação, de capítulos em coletâneas e vários artigos sobre educação a distância e as relações entre ensino-aprendizagem e tecnologias de informação e comunicação.
 
 

Desafios da comunicação dos conteúdos na educação on-line para o ensino superior
Para cada estratégia de aprendizagem utilizada em um curso a distância na educação superior, deve-se mobilizar alguns recursos de comunicação. Abordaremos alguns desses recursos de comunicação, utilizados de forma contextualizada e diversificada, buscando promover o envolvimento do participante no processo ensino-aprendizagem.

  Teresa Cristina Jordão
Psicóloga, doutoranda em educação na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo e Mestre em educação, arte e história da cultura pela Universidade Mackenzie. Consultora da área de educação a distância da Pearson Education do Brasil, atuou na gestão do Programa de Formação Profissional da Vale e durante 4 anos coordenou os projetos de Educação a Distância do Senac São Paulo. É parceira técnica do Programa Parceiros na Aprendizagem da Microsoft Educação, onde atua em projetos de formação de professores para a integração das tecnologias na educação. Professora da pós-graduação da Universidade Federal de Juiz de Fora-MG, Universidade Nove de Julho e da Faculdade Trevisan. Consultora do Portal do Professor do Ministério da Educação. Membro da comissão de avaliação do Prêmio Educadores Inovadores da Microsoft. Sócio-fundadora do Instituto Paramitas, instituição que atua com projetos sociais na área de educação.
 
 

Educação Superior no Século XXI – A geração multimídia e a diversidade na sala de aula
Para permanecerem competitivos na economia do século XXI, empresas, organizações e profissionais têm de enfrentar um desafio comum: melhorar suas competências por meio de estudo, treinamento e desenvolvimento profissional, bem como aumento de responsabilidade e transparência em todas as transações.
A participação ativa na “economia do conhecimento” demanda o uso de novas abordagens, desde aprendizado a distância por meio da internet até o conceito de local de trabalho como sala de aula e a sala de aula como local para aprender e desenvolver competências que possam ser imediatamente aplicadas no local de trabalho. Esse é o maior desafio encarado pelas universidades e escolas de negócios ao redor do mundo: preparar seus alunos para terem sucesso no mercado global do século XXI.
A diversidade encontrada nas salas de aula da maior parte dos programas de educação a distância, somada à presença de uma geração multimídia de estudantes acostumados a lidar com tecnologia da informação, torna essa tarefa ainda mais desafiadora.
Esta apresentação abordará todas as questões mencionadas anteriormente, além de incluir a experiência pessoal de dois autores sobre como lidar com a situação real em uma universidade norte-americana, que mostra o início de um ambiente focado no aprendizado, substituindo a tradicional abordagem de ensino “professor-aluno” com aprendizado ativo em sala de aula, onde o professor é o facilitador. Usando uma gama de diferentes alternativas para aprender, esses agentes educacionais necessitam desenvolver estratégias para consolidar o estilo de aprendizado de seus alunos em um “processo” único e compreensivo.

  Carlos Tasso E. de Aquino
Formado em Engenharia civil pela universidade federal do rio de janeiro (ufrj) e mestre em engenharia mecânica pela George Washington University (EUA), Carlos Tasso também é doutor em tecnologia nuclear pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutor em engenharia mecânica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). É, atualmente, diretor dos programas de negócios da Schiller International University (Flórida, EUA). No Brasil, foi diretor da Business School São Paulo (BSP) e professor do MBA da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Coordenou o Programa Energia Brasil do Governo Federal para o Estado de São Paulo e foi consultor sênior da Thompson Management Horizons. É autor do livro Como aprender: andragogia e as habilidades de aprendizagem, lançado pela Pearson Education.
     
  Michele Geigle
Bacharel em psicologia e administração, michele também é mestre em administração com ênfase em negócios internacionais e gerenciamento avançado e doutora em liderança educacional. É reitora associada da Schiller International University e possui vasta experiência como professora de ensino superior. Foi diretora-executiva da 22nd Street Revitalization, um projeto de revitalização urbana na Flórida que incluiu esforços de preservação histórica e desenvolvimento econômico. Como consultora, dirigiu e implementou projetos para uma multinacional belga do ramo farmacêutico. É membro das Nações Unidas de Tampa Bay e da American Association of University Women.
 
 

Games educacionais e simulações: como os nativos digitais aprendem
Enquanto o ensino on-line não se libertou muito do ensino tradicional, alcançamos um desenvolvimento enorme na indústria de entretenimento, particularmente de videogames. Nesse sentido, o uso de games e simulações em educação é, para muitos autores, uma das estratégias mais poderosas para auxiliar o aprendizado na geração dos nativos digitais.
Segundo o Horizon Report 2009, experiências e afinidade com games como ferramentas de aprendizagem é uma característica universal crescente entre aqueles que entram na educação superior e constituem a força de trabalho.
Por isso, os métodos tradicionais de estudo não conseguem mais envolver os alunos.
O aprendizado baseado em jogos digitais está fundamentado em duas premissas: os aprendizes mudaram em diversos pontos fundamentais e são de uma geração que experienciou profundamente, enquanto crescia, pela primeira vez na história, uma forma radicalmente nova de brincar, com computadores e videogames. Assistimos ,então, a uma descontinuidade, inclusive na maneira como essas gerações aprendem. Por isso, boa parte dos dados que colhemos e das teorias que formulamos no passado, sobre como as pessoas pensam e aprendem, podem não se aplicar mais. Os modelos de design instrucional surgiram antes dos games e das ferramentas de simulação, portanto eles não precisam apenas ser atualizados, mas totalmente refeitos. Seymour Papert, do MIT, afirma:
“Os designers de game têm uma compreensão melhor da natureza do aprendizado do que os designers de currículos.”
Este workshop explorarará as mudanças de estilos cognitivos e de aprendizagem observadas na geração de gamers, resumirá as teorias sobre games educacionais de autores como Marc Prensky, Clark Aldrich, David Gibson e James Gee, apresentará e discutirá alguns casos de utilização de games no ensino superior, e demonstrará alguns games educacionais.

  João Mattar
Bacharel em filosofia pela PUC-SP, e bacharel em letras pela USP, aprofundou-se em cursos de extensão em tecnologia educacional pela Boise State University (EUA) e pela University of California (EUA). Pós-graduado em administração pela FGV-SP, doutor em letras pela USP e pós-doutor pela Stanford University (EUA), onde foi visiting scholar entre 1998 e 1999. Foi professor e coordenador de pós-graduação e pesquisa da Unibero (Centro Universitário Ibero-Americano). Atualmente, é professor da Universidade Anhembi Morumbi. É autor de diversos artigos e livros, dentre os quais se destacam Filosofia e ética na administração.
(Saraiva), Metodologia científica na era da informática (Saraiva), ABC da EaD (Pearson) e Second Life e Web 2.0 na Educação
(Novatec). Tem se dedicado à pesquisa na área de tecnologias aplicadas à educação, nestes últimos anos, mais especificamente, ao uso de vídeos, mundos virtuais e games em educação, ministrando cursos e palestras pelo Brasil. Também tem desenvolvido material didático para educação a distância (EaD) para diversas instituições de ensino. Coordena o blog De Mattar (http://blog.joaomattar.com), que discute tecnologias aplicadas à educação. Em 2009, foi vice-chair do Program Committee do Virtual Worlds Best Practices in Education. É o coordenador do 7º Senaed (Seminário Nacional ABED de Educação a Distância), que será realizado neste ano totalmente a distância, entre 23 e 31 de maio de 2009.
 
 
 

Inovação para a Geração Multimídia
Os universitários de hoje estão acostumados com o uso de controles remotos interativos, virtualidade e a convergência de textos, imagens e sons, tanto na sua aprendizagem quanto no seu divertimento. Os métodos didáticos dos professores têm acompanhado adequademente essas novas competências e interesses dos alunos? O que realmente funciona e o que não funciona no uso educacional das TICs? Qual é o futuro do livro e da “aula” em um mundo de multimídia? A aceleração do acesso à informação e ao conhecimento é algo benéfico para o aprendiz? Como lidar com os alunos que preferem o ensino em moldes tradicionais? Estas e outras questões farão parte da discussão desta sessão.

  Fredric Michael Litto
Presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED) desde 1995 e
membro do Comitê Executivo do International Council for Open & Distance Education (ICDE) em Oslo. Atualmente, integra os conselhos editoriais das revistas American Journal of Distance Education (U.S.), Open Learning (U.K.), International Journal for Advanced Technology in Learning (U.S.), International Review of Research in Open and Distance Learning (Canadá) e Revista Iberoamericana de Educación a Distancia (Espanha).
     
  Gilson Schwartz
P ossui graduação em economia e ciências sociais pela Universidade de São Paulo (1980 e 1981), mestrado e doutorado em ciência econômica pela Universidade Estadual de Campinas (1985 e 1993) e atividades de pós-doutorado como professor visitante do Núcleo de Pesquisa em Relações Internacionais (NUPRI-USP, 1997-1999) e no Instituto de Estudos Avançados da USP (1999-2005). Desde 2005 é professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da Escola de Comunicações e Artes da USP, responsável pela disciplina de pós-graduação "Economia da Informação e Novas Mídias". Colaborou entre 1983 e 2006 como articulista, editorialista e analista econômico do jornal Folha de S.Paulo e em 2007 participou da criação e atuou como colaborador da Editora Globo nas revistas Époc" e Época Negócios, onde lançou a coluna "Iconomia". Criou também em 2007 a disciplina introdução à iconomia, para graduandos em engenharia, economia, administração, contabilidade, ciência da computação, comunicações e artes da USP. Tem experiência profissional em economia e finanças, atuando desde 1994 como consultor de instituições financeiras (economista-chefe do BankBoston, assessor da presidência no BNDES, consultor do BNB, da CEF e do Bradesco). Na atividade acadêmica, a ênfase recai sobre história do pensamento econômico e social, economia internacional, política econômica, economia do conhecimento e do audiovisual, atuando nos seguintes temas: sistema financeiro mundial, tendências tecnológicas, indústrias criativas, inclusão e emancipação digital, gestão estratégica do conhecimento e de ativos intangíveis. Em 1999, após seleção em concurso público no Instituto de Estudos Avançados da USP, criou o projeto de pesquisa "Cidade do Conhecimento" (www.cidade.usp.br). O projeto recebeu, em 2006, a distinção "Top 30" da Development Gateway Foundation. É pesquisador-associado ao Núcleo de Política e Gestão Tecnológica (PGT) da USP e fellow do Network Culture Project da Annenberg School for Communications, University of Southern California. Coordena, no Brasil, o Consórcio Pro-Ideal (Promoting Information and Communication Technologies Dialogue between Europe and Latin America).
     
  Nelio Bizzo
Professor titular da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, da qual foi vice-diretor (2002-2006). Trabalha com formação de professores na graduação e na pós-graduação. Foi membro do Conselho Nacional de Educação e vice-presidente da Câmara de Educação Básica (2000-2004). Foi membro da Comissão de Avaliação de Livros Didáticos do MEC (1995-2004). Foi vice-presidente e presidente da International Organisation for Science and Technology Education (www.ioste.org) no período 2002-2006. Atuou junto a escolas públicas e privadas da educação básica, assessorando e dirigindo processos de formação contínua, atividades de complementação de estudos com recursos de educação a distância no marco das novas tecnologias de comunicação aplicadas à educação. É pesquisador 1B do CNPq e fellow do Institute of Biology (Londres).
     
  José Armando Valente
José Armando Valente é livre-docente pela Unicamp, possui mestrado e doutorado pelo MIT e mestrado em ciência da computação pela Unicamp. É professor do departamento de multimeios, mídia e comunicação do Instituto de Artes, pesquisador do Núcleo de Informática Aplicada à Educação (Nied) da Unicamp e professor colaborador do programa de pós-graduação em educação da PUC-SP. Suas pesquisas incluem criação de comunidades de aprendizagem baseadas nas TICs, desenvolvimento de metodologia de formação baseada nas TICs para ser utilizada em escolas e em empresas e estudo do potencial das TICs como ferramenta educacional.
 
 

Projeto ABED de certificação do profissional de educação flexível e a distância
Com o grande crescimento mundial e brasileiro de aprendizagem a distância em todos os níveis educacionais e em todos os domínios de conhecimento, surgiu a procura de bons profissionais para atuar nesse setor. Muitos profissionais formados nas mais variadas áreas de especialização têm entrado nas equipes de elaboração e gestão de programas de educação a distância, mesmo sem nunca terem adquirido os conceitos básicos ou a experiência prática nessa modalidade de aprendizagem. Com o inuito de permitir a identificação de profissionais que dominam as competências consideradas necessárias para atuar com êxito na área, a (ABED) Associação Brasileira de Educação a Distância está lançando a “Certificação de Profissionais de EAD”, uma qualificação não acadêmica, mas profissional. Através de convênio com a maior e mais importante certificadora mundial de profissionais, a EDEXCEL, entidade centenária do Reino Unido, o certificado da ABED também terá efeito certificador internacional. Aprenda mais sobre essa inovação nesta sessão.

  Fredric Michael Litto
Presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED) desde 1995 e
membro do Comitê Executivo do International Council for Open & Distance Education (ICDE) em Oslo. Atualmente, integra os conselhos editoriais das revistas American Journal of Distance Education (U.S.), Open Learning (U.K.), International Journal for Advanced Technology in Learning (U.S.), International Review of Research in Open and Distance Learning (Canadá) e Revista Iberoamericana de Educación a Distancia (Espanha).
     
    Arlette Azevedo de Paula Guibert
Licenciada em pedagogia pela PUC-SP. Especialista em comunicação audiovisual e mestre em educação pela Universidade de Indiana (EUA). Além de atuar na educação formal como técnica de educação do MEC, sua contribuição mais importante foi na área de formação profissional de trabalhadores para a indústria, na qual iniciou o trabalho com educação a distância e coordenou a produção do Telecurso 2000 profissionalizante. É consultora para projetos de educação a distância em entidades públicas e particulares, e atua, no momento, como assessora da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED).
     
  Luciano Gamez
Possui bacharelado em psicologia pela Universidade São Marcos, graduação em psicologia pela Universidade de Lisboa, mestrado em engenharia humana pela Universidade do Minho e doutorado em engenharia de produção pela Universidade Federal de Santa Catarina. Atualmente, é coordenador pedagógico na Coordenadoria de Tecnologia aplicada à Educação na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), trabalhando em São Paulo. Tem experiência na área de educação, com ênfase em métodos e técnicas de ensino, trabalhando principalmente com os seguintes temas: educação a distancia, aprendizagem, comportamento humano, ergonomia de interfaces humano-computador e metodologia.
     
  Mavi Polo
Bacharel em ciência da computação pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) com participação em treinamentos de marketing, liderança, estratégia e vendas em países como Israel, Estados Unidos e México. Tem vivência de dez anos em empresas multinacionais e realiza palestras acadêmicas e apresentações comerciais em eventos de educação a distância, dedicando-se atualmente a desenvolver projetos de certificação internacional de competências no país.
 
 

MyMathLab: software de nivelamento do conhecimento de matemática
MyMathLab é um software de nivelamento do conhecimento de matemática. É dirigido a estudantes universitários do primeiro semestre que precisam reforçar, nivelar o conhecimento e demonstrar domínio sobre os temas introdutórios das disciplinas que usam a matemática.
Conheça este sistema de exercicíos e tutoriais on-line que auxilia o sistema de aprendizagem de matemática e ajuda universidades a reduzirem em 20% os índice de evasão dos cursos.

  Mavi Polo
Bacharel em ciência da computação pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) com participação em treinamentos de marketing, liderança, estratégia e vendas em países como Israel, Estados Unidos e México. Tem vivência de dez anos em empresas multinacionais e realiza palestras acadêmicas e apresentações comerciais em eventos de educação a distância, dedicando-se atualmente a desenvolver projetos de certificação internacional de competências no país.
 
 

Nivelamento do conhecimento de matemática
Caso de sucesso de Quinsigamond Community College

Venha conhecer o caso de sucesso do uso de software de nivelamento do conhecimento de matemática pelos alunos do Quinsigamond Community College, nos Estados Unidos.
´College Algebra´ é um curso básico de álgebra obrigatório para a maioria dos estudantes durante seu primeiro ano na instituição, sejam esses alunos de cursos de 2 ou 4 anos de duração. Este curso possui uma grande quantidade de matrículas e é formado por alunos com o mais variado conhecimento de matemática, tornando o ensino um importante desafio para o professor, que se depara com muitos alunos não preparados para ingressar na universidade na mesma sala de aula de alunos de nível avançado.
Saiba como o uso intensivo de software de nivelamento nesta classe permite o “controle” do progresso de toda a turma.

  Andreana M. Grimaldo
Andreana M. Grimaldo é professora de matemática na faculdade Quinsigamond, em Worcester, Massachusetts (EUA). Está envolvida na reformulação do curso de matemática, o que inclui a redação e a edição dos manuais para instrutores, o treinamento para corpo docente com foco em formatos alternativos de aula e o treinamento docente para utilização de tecnologia no campus. Andreana foi coautora de 13 manuais para instrutores, editados pela Pearson Education, contribuiu com material para um livro de álgebra intermediária e atua como instrutora de professores do MyMathLab, também da Pearson Education. Já se apresentou em diversas conferências de reformulação de cursos, incluindo a International Conference of Technology in Collegiate Mathematics.
É professora de cursos presenciais e a distância e é mestre em matemática pela faculdade de Worcester.
 
 

O Modelo Educacional da Open University
Nesta apresentação Luciano falará sobre o modelo educacional da Open University, uma instituição de educação superior baseada no Reino Unido. A Open University vem utilizando com sucesso métodos e técnicas de ensino à distância por mais de 40 anos, sendo uma instituição pioneira em nível mundial a desenvolver e implementar o conceito. Especial ênfase será dada à Open University Business School, a qual está em fase de franca expansão internacional através de parcerias e desenvolvimento de cursos voltados para mercados globais.

  Luciano Batista
Luciano Batista é professor dos cursos de graduação e pós-graduação em administração da Open University Business School no Reino Unido. É membro da Academia Britânica de Administração e do Instituto de Logística e Transportes do Reino Unido. Sua formação acadêmica inclui bacharelado em ciências da computação e mestrado e doutorado em administração. Atualmente, faz parte da equipe de acadêmicos que está elaborando o novo Global MBA da Open University, o qual será lançado no final de 2010.
Publicou artigos e proferiu palestras em diversas conferências internacionais na Europa, nos Estados Unidos e na América Latina. Suas áreas de conhecimento incluem sistemas e estratégias de relacionamento com clientes, gerenciamento de operações, gerenciamento de tecnologias de informação e logística internacional.
 
 

Pearson eCollege: uma solução de educação on-line completa
A Pearson, líder mundial em soluções educacionais, traz para o Brasil o Pearson eCollege e seu comprovado sistema de gerenciamento de ensino, oferecendo uma solução completa nessa área para educação acadêmica e corporativa. O sistema de gestão de aprendizagem (LMS) no conceito de software como serviço (Software as a Service – SaaS) oferece toda a infraestrutura de hardware, software e acesso via web necessária para a implementação de uma plataforma bem-sucedida de ensino a distância.

  Katrin Windsor
Katrin Windsor é diretora na Pearson eCollege, com foco no projeto de expansão internacional. Possui vasta experiência nas áreas comercial e de marketing. Iniciou sua carreira em vendas na Europa, tornando-se, em seguida, gerente geral da Europa, Oriente Médio e Africa para a Thomson Financial. Foi transferida para o Vale do Silício, onde assumiu a vice presidência comercial da KX Systems. É fundadora do International Business Circle, uma associação profissional para altos executivos. Katrin é também co-fundadora da Creating Thunder, uma consultoria especializada em treinamento de marketing e vendas. Fluente em cinco línguas, já morou e trabalhou em Genebra, Zurique, Paris, Madri, Londres, Palo Alto, Nova Iorque e Boulder.
 
 

TECNOLOGIAS QUE EDUCAM
Ensinar e Aprender com Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs)
Este workshop apresentará uma proposta de navegador, exemplos de rotas e três práticas específicas para ensinar e aprender com tecnologias de informação e comunicação: utilização de bases de dados e informações, interação e comunicação e construção de conteúdos.
O workshop é dirigido a professores e apresentará sugestões para a construção de novas rotas, experiência de rotas reais, desafios e oportunidades. Para cada uma das práticas específicas, detalharemos a navegação sobre circunstâncias, estratégias, processos e recursos.
Com essas propostas esperamos desvendar as múltiplas possibilidades de caminhos a serem percorridos.

  Fábio Câmara Araújo de Carvalho
É engenheiro eletricista pela UFRN, mestre em engenharia de produção pela UFSC. doutorando no Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP. É consultor da KMBusiness.net, onde desenvolve projetos em gestão do conhecimento, de processos e projetos, métodos quantitativos, gestão estratégica e balanced scorecard. É professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e do MBIS da PUC-SP.
     
  Gregorio Bittar Ivanoff
Formado em engenharia elétrica, com mestrado em cultura de segurança, organizações e software. Promove negócios, pesquisa e desenvolvimento envolvendo sustentabilidade, economia e tecnologias de informação e comunicação. Atua como professor nas seguintes escolas de negócios: PUC-SP, UNISO, UNICID, Centro Paula Souza, Fundação Vanzolini, FMU-SP e FIAP-SP. Colabora com os grupos, centros e institutos - GAS PCS EPUSP, eLabSoft PRO EPUSP, ABEE-SP, MBIS PUC-SP, GetGC e ILAnet.