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A importância
da parceria no processo de desenvolvimento de
cursos on-line
A organização de programas de
aprendizagem a distância envolve conhecimento
e experiência nos mais variados setores:
pedagogia, linguagem visual, design instrucional,
tecnologia digital, propriedade intelectual,
ambientes regulatórios, marketing e gerenciamento
de projetos. Conheça nessa sessão
o modelo de parceria utilizado pela Pearson
para o desenvolvimento de cursos on-line e como
ele pode auxiliar na escolha de soluções
apropriadas, garantindo o êxito pleno
e seguro do seu negócio.
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Daniela
Lopes
Graduada em administração
de empresas pela Universidade Estadual de
Londrina (UEL), com MBA em marketing pela
Escola Superior de Propaganda e Marketing
(ESPM), atua há onze anos em empresas
nacionais e multinacionais na área
educacional. Como gerente de soluções
da Pearson Education do Brasil, é
responsável pela divulgação
de produtos ligados a educação
a distância, como conteúdo,
plataforma e consultoria. |
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A propriedade
intelectual na produção de conteúdo
didático
A produção intelectual na educação
superior não parte do nada. Quando desenvolvemos
um conteúdo, é impossível
‘inventar’ tudo o que escrevemos.
Pelo contrário, tomamos por base o trabalho
de inúmeros profissionais e teóricos
que vieram antes e nos deixaram como herança
livros, artigos e outros conteúdos. Esses
conteúdos estão disponíveis
para nossa referência e estudo, mas ainda
pertencem a seus autores.
Esta palestra/workshop é direcionada
a professores e autores que se deparam com a
necessidade de desenvolver conteúdo educacional,
na forma de livro ou de materiais para educação
a distância, e querem trabalhar com a
certeza de estar respeitando os direitos autorais
e de que os seus também estarão
protegidos.
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Roger Trimer
Graduado e pós-graduado pela Escola
Superior de Propaganda e Marketing ESPM),
atua há 20 anos no mercado editorial
desenvolvendo conteúdos e estratégias
para publicações impressas
e eletrônicas. Como diretor editorial
da Pearson Education do Brasil, tem trabalhado
para desenvolver a área editorial
educacional, buscando alternativas tecnológicas
e metodológicas para fomentar a aplicação
de materiais didáticos no ensino
e melhorar o aproveitamento dos estudantes.
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Cultura da participação:
a contribuição das TICs
Um dos principais desafios para a viabilização
de uma nova realidade educacional é a formação
de alunos e professores para a participação
e ação em conjunto, em diferenciados
espaços de aprendizagem. A cultura vigente
nos espaços educacionais separa ciosamente
professores e alunos em categorias estanques. As organizações
e estruturas escolares, isolam ambos. Nessa cultura
educacional, o desempenho isolado e solitário
é privilegiado e origina a competição
e a formação de valores nada democráticos.
O discurso educacional que valoriza a cidadania, a
cooperação e a participação
coletiva apresenta-se na prática pedagógica
com ações que caminham em direção
contrária a esses valores formativos. Nesta
palestra apresentaremos ações inovadoras
que realizamos em cursos de graduação
e pós-graduação, com intensa
participação e integração
entre todos os envolvidos no processo. Mais do que
disciplinas e cursos on-line, eles se realizam como
momentos de aprendizagem de conhecimentos e de valores
de uma nova cultura educacional emergente, que valoriza
a colaboração e o respeito entre todos,
mediadas por novas e diferenciadas TICs.
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Vani Moreira Kenski
Graduada em geografia e pedagogia. Mestre e doutora
em educação. Professora no programa
de pós-graduação da Unopar.
Professora colaboradora nos programas de pós-graduação
em educação da USP e do mestrado
em televisão digital da Faculdade de Comunicação
da Unesp/Bauru. Pesquisadora 1 do CNPq na área
de tecnologia educacional. Pesquisadora da Fapesp.
Coordenadora do curso de pós-graduação
a distância em design instrucional para
educação on-line da UFJF/SITE Educacional.
Diretora do Site Educacional Ltda. Diretora da
Abed. Consultora do Sebrae Nacional. Ex-professora
da Unicamp e da UnB. Autora dos livros Tecnologias
e Ensino Presencial e a Distância e
Educação e Tecnologias: o novo
ritmo da informação, de capítulos
em coletâneas e vários artigos sobre
educação a distância e as
relações entre ensino-aprendizagem
e tecnologias de informação e comunicação.
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Desafios
da comunicação dos conteúdos
na educação on-line para o ensino
superior
Para cada estratégia de aprendizagem
utilizada em um curso a distância na educação
superior, deve-se mobilizar alguns recursos
de comunicação. Abordaremos alguns
desses recursos de comunicação,
utilizados de forma contextualizada e diversificada,
buscando promover o envolvimento do participante
no processo ensino-aprendizagem.
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Teresa Cristina Jordão
Psicóloga, doutoranda em educação
na Faculdade de Educação da
Universidade de São Paulo e Mestre
em educação, arte e história
da cultura pela Universidade Mackenzie.
Consultora da área de educação
a distância da Pearson Education do
Brasil, atuou na gestão do Programa
de Formação Profissional da
Vale e durante 4 anos coordenou os projetos
de Educação a Distância
do Senac São Paulo. É parceira
técnica do Programa Parceiros na
Aprendizagem da Microsoft Educação,
onde atua em projetos de formação
de professores para a integração
das tecnologias na educação.
Professora da pós-graduação
da Universidade Federal de Juiz de Fora-MG,
Universidade Nove de Julho e da Faculdade
Trevisan. Consultora do Portal do Professor
do Ministério da Educação.
Membro da comissão de avaliação
do Prêmio Educadores Inovadores da
Microsoft. Sócio-fundadora do Instituto
Paramitas, instituição que
atua com projetos sociais na área
de educação. |
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Educação
Superior no Século XXI – A geração
multimídia e a diversidade na sala de aula
Para permanecerem competitivos na economia do século
XXI, empresas, organizações e profissionais
têm de enfrentar um desafio comum: melhorar
suas competências por meio de estudo, treinamento
e desenvolvimento profissional, bem como aumento de
responsabilidade e transparência em todas as
transações.
A participação ativa na “economia
do conhecimento” demanda o uso de novas abordagens,
desde aprendizado a distância por meio da internet
até o conceito de local de trabalho como sala
de aula e a sala de aula como local para aprender
e desenvolver competências que possam ser imediatamente
aplicadas no local de trabalho. Esse é o maior
desafio encarado pelas universidades e escolas de
negócios ao redor do mundo: preparar seus alunos
para terem sucesso no mercado global do século
XXI.
A diversidade encontrada nas salas de aula da maior
parte dos programas de educação a distância,
somada à presença de uma geração
multimídia de estudantes acostumados a lidar
com tecnologia da informação, torna
essa tarefa ainda mais desafiadora.
Esta apresentação abordará todas
as questões mencionadas anteriormente, além
de incluir a experiência pessoal de dois autores
sobre como lidar com a situação real
em uma universidade norte-americana, que mostra o
início de um ambiente focado no aprendizado,
substituindo a tradicional abordagem de ensino “professor-aluno”
com aprendizado ativo em sala de aula, onde o professor
é o facilitador. Usando uma gama de diferentes
alternativas para aprender, esses agentes educacionais
necessitam desenvolver estratégias para consolidar
o estilo de aprendizado de seus alunos em um “processo”
único e compreensivo.
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Carlos Tasso
E. de Aquino
Formado em Engenharia civil pela universidade
federal do rio de janeiro (ufrj) e mestre em engenharia
mecânica pela George Washington University
(EUA), Carlos Tasso também é doutor
em tecnologia nuclear pela Universidade de São
Paulo (USP) e pós-doutor em engenharia
mecânica pela Universidade Estadual de Campinas
(Unicamp). É, atualmente, diretor dos programas
de negócios da Schiller International University
(Flórida, EUA). No Brasil, foi diretor
da Business School São Paulo (BSP) e professor
do MBA da Fundação Armando Álvares
Penteado (FAAP). Coordenou o Programa Energia
Brasil do Governo Federal para o Estado de São
Paulo e foi consultor sênior da Thompson
Management Horizons. É autor do livro Como
aprender: andragogia e as habilidades de aprendizagem,
lançado pela Pearson Education. |
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Michele Geigle
Bacharel em psicologia e administração,
michele também é mestre em administração
com ênfase em negócios internacionais
e gerenciamento avançado e doutora em liderança
educacional. É reitora associada da Schiller
International University e possui vasta experiência
como professora de ensino superior. Foi diretora-executiva
da 22nd Street Revitalization, um projeto de revitalização
urbana na Flórida que incluiu esforços
de preservação histórica
e desenvolvimento econômico. Como consultora,
dirigiu e implementou projetos para uma multinacional
belga do ramo farmacêutico. É membro
das Nações Unidas de Tampa Bay e
da American Association of University Women. |
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Games educacionais
e simulações: como os nativos digitais
aprendem
Enquanto o ensino on-line não se libertou muito
do ensino tradicional, alcançamos um desenvolvimento
enorme na indústria de entretenimento, particularmente
de videogames. Nesse sentido, o uso de games e simulações
em educação é, para muitos autores,
uma das estratégias mais poderosas para auxiliar
o aprendizado na geração dos nativos
digitais.
Segundo o Horizon Report 2009, experiências
e afinidade com games como ferramentas de aprendizagem
é uma característica universal crescente
entre aqueles que entram na educação
superior e constituem a força de trabalho.
Por isso, os métodos tradicionais de estudo
não conseguem mais envolver os alunos.
O aprendizado baseado em jogos digitais está
fundamentado em duas premissas: os aprendizes mudaram
em diversos pontos fundamentais e são de uma
geração que experienciou profundamente,
enquanto crescia, pela primeira vez na história,
uma forma radicalmente nova de brincar, com computadores
e videogames. Assistimos ,então, a uma descontinuidade,
inclusive na maneira como essas gerações
aprendem. Por isso, boa parte dos dados que colhemos
e das teorias que formulamos no passado, sobre como
as pessoas pensam e aprendem, podem não se
aplicar mais. Os modelos de design instrucional surgiram
antes dos games e das ferramentas de simulação,
portanto eles não precisam apenas ser atualizados,
mas totalmente refeitos. Seymour Papert, do MIT, afirma:
“Os designers de game têm uma compreensão
melhor da natureza do aprendizado do que os designers
de currículos.”
Este workshop explorarará as mudanças
de estilos cognitivos e de aprendizagem observadas
na geração de gamers, resumirá
as teorias sobre games educacionais de autores como
Marc Prensky, Clark Aldrich, David Gibson e James
Gee, apresentará e discutirá alguns
casos de utilização de games no ensino
superior, e demonstrará alguns games educacionais.
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João Mattar
Bacharel em filosofia pela PUC-SP, e bacharel
em letras pela USP, aprofundou-se em cursos de
extensão em tecnologia educacional pela
Boise State University (EUA) e pela University
of California (EUA). Pós-graduado em administração
pela FGV-SP, doutor em letras pela USP e pós-doutor
pela Stanford University (EUA), onde foi visiting
scholar entre 1998 e 1999. Foi professor e coordenador
de pós-graduação e pesquisa
da Unibero (Centro Universitário Ibero-Americano).
Atualmente, é professor da Universidade
Anhembi Morumbi. É autor de diversos artigos
e livros, dentre os quais se destacam Filosofia
e ética na administração.
(Saraiva), Metodologia científica na era
da informática (Saraiva), ABC da EaD (Pearson)
e Second Life e Web 2.0 na Educação
(Novatec). Tem se dedicado à pesquisa na
área de tecnologias aplicadas à
educação, nestes últimos
anos, mais especificamente, ao uso de vídeos,
mundos virtuais e games em educação,
ministrando cursos e palestras pelo Brasil. Também
tem desenvolvido material didático para
educação a distância (EaD)
para diversas instituições de ensino.
Coordena o blog De Mattar (http://blog.joaomattar.com),
que discute tecnologias aplicadas à educação.
Em 2009, foi vice-chair do Program Committee do
Virtual Worlds Best Practices in Education. É
o coordenador do 7º Senaed (Seminário
Nacional ABED de Educação a Distância),
que será realizado neste ano totalmente
a distância, entre 23 e 31 de maio de 2009. |
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Inovação
para a Geração Multimídia
Os universitários de hoje estão
acostumados com o uso de controles remotos interativos,
virtualidade e a convergência de textos,
imagens e sons, tanto na sua aprendizagem quanto
no seu divertimento. Os métodos didáticos
dos professores têm acompanhado adequademente
essas novas competências e interesses
dos alunos? O que realmente funciona e o que
não funciona no uso educacional das TICs?
Qual é o futuro do livro e da “aula”
em um mundo de multimídia? A aceleração
do acesso à informação
e ao conhecimento é algo benéfico
para o aprendiz? Como lidar com os alunos que
preferem o ensino em moldes tradicionais? Estas
e outras questões farão parte
da discussão desta sessão.
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Fredric
Michael Litto
Presidente da Associação Brasileira
de Educação a Distância
(ABED) desde 1995 e
membro do Comitê Executivo do International
Council for Open & Distance Education
(ICDE) em Oslo. Atualmente, integra os conselhos
editoriais das revistas American Journal
of Distance Education (U.S.), Open
Learning (U.K.), International
Journal for Advanced Technology in Learning
(U.S.), International Review of Research
in Open and Distance Learning (Canadá)
e Revista Iberoamericana de Educación
a Distancia (Espanha). |
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Gilson Schwartz
P ossui graduação em economia
e ciências sociais pela Universidade
de São Paulo (1980 e 1981), mestrado
e doutorado em ciência econômica
pela Universidade Estadual de Campinas (1985
e 1993) e atividades de pós-doutorado
como professor visitante do Núcleo
de Pesquisa em Relações Internacionais
(NUPRI-USP, 1997-1999) e no Instituto de
Estudos Avançados da USP (1999-2005).
Desde 2005 é professor do Departamento
de Cinema, Rádio e TV da Escola de
Comunicações e Artes da USP,
responsável pela disciplina de pós-graduação
"Economia da Informação
e Novas Mídias". Colaborou entre
1983 e 2006 como articulista, editorialista
e analista econômico do jornal Folha
de S.Paulo e em 2007 participou da
criação e atuou como colaborador
da Editora Globo nas revistas Époc"
e Época Negócios,
onde lançou a coluna "Iconomia".
Criou também em 2007 a disciplina
introdução à iconomia,
para graduandos em engenharia, economia,
administração, contabilidade,
ciência da computação,
comunicações e artes da USP.
Tem experiência profissional em economia
e finanças, atuando desde 1994 como
consultor de instituições
financeiras (economista-chefe do BankBoston,
assessor da presidência no BNDES,
consultor do BNB, da CEF e do Bradesco).
Na atividade acadêmica, a ênfase
recai sobre história do pensamento
econômico e social, economia internacional,
política econômica, economia
do conhecimento e do audiovisual, atuando
nos seguintes temas: sistema financeiro
mundial, tendências tecnológicas,
indústrias criativas, inclusão
e emancipação digital, gestão
estratégica do conhecimento e de
ativos intangíveis. Em 1999, após
seleção em concurso público
no Instituto de Estudos Avançados
da USP, criou o projeto de pesquisa "Cidade
do Conhecimento" (www.cidade.usp.br).
O projeto recebeu, em 2006, a distinção
"Top 30" da Development Gateway
Foundation. É pesquisador-associado
ao Núcleo de Política e Gestão
Tecnológica (PGT) da USP e fellow
do Network Culture Project da Annenberg
School for Communications, University of
Southern California. Coordena, no Brasil,
o Consórcio Pro-Ideal (Promoting
Information and Communication Technologies
Dialogue between Europe and Latin America). |
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Nelio Bizzo
Professor titular da Faculdade de Educação
da Universidade de São Paulo, da
qual foi vice-diretor (2002-2006). Trabalha
com formação de professores
na graduação e na pós-graduação.
Foi membro do Conselho Nacional de Educação
e vice-presidente da Câmara de Educação
Básica (2000-2004). Foi membro da
Comissão de Avaliação
de Livros Didáticos do MEC (1995-2004).
Foi vice-presidente e presidente da International
Organisation for Science and Technology
Education (www.ioste.org) no período
2002-2006. Atuou junto a escolas públicas
e privadas da educação básica,
assessorando e dirigindo processos de formação
contínua, atividades de complementação
de estudos com recursos de educação
a distância no marco das novas tecnologias
de comunicação aplicadas à
educação. É pesquisador
1B do CNPq e fellow do Institute of Biology
(Londres). |
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José Armando
Valente
José Armando Valente é livre-docente
pela Unicamp, possui mestrado e doutorado
pelo MIT e mestrado em ciência da
computação pela Unicamp. É
professor do departamento de multimeios,
mídia e comunicação
do Instituto de Artes, pesquisador do Núcleo
de Informática Aplicada à
Educação (Nied) da Unicamp
e professor colaborador do programa de pós-graduação
em educação da PUC-SP. Suas
pesquisas incluem criação
de comunidades de aprendizagem baseadas
nas TICs, desenvolvimento de metodologia
de formação baseada nas TICs
para ser utilizada em escolas e em empresas
e estudo do potencial das TICs como ferramenta
educacional.
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Projeto
ABED de certificação do profissional
de educação flexível e
a distância
Com o grande crescimento mundial e brasileiro
de aprendizagem a distância em todos os
níveis educacionais e em todos os domínios
de conhecimento, surgiu a procura de bons profissionais
para atuar nesse setor. Muitos profissionais
formados nas mais variadas áreas de especialização
têm entrado nas equipes de elaboração
e gestão de programas de educação
a distância, mesmo sem nunca terem adquirido
os conceitos básicos ou a experiência
prática nessa modalidade de aprendizagem.
Com o inuito de permitir a identificação
de profissionais que dominam as competências
consideradas necessárias para atuar com
êxito na área, a (ABED) Associação
Brasileira de Educação a Distância
está lançando a “Certificação
de Profissionais de EAD”, uma qualificação
não acadêmica, mas profissional.
Através de convênio com a maior
e mais importante certificadora mundial de profissionais,
a EDEXCEL, entidade centenária do Reino
Unido, o certificado da ABED também terá
efeito certificador internacional. Aprenda mais
sobre essa inovação nesta sessão.
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Fredric
Michael Litto
Presidente da Associação Brasileira
de Educação a Distância
(ABED) desde 1995 e
membro do Comitê Executivo do International
Council for Open & Distance Education
(ICDE) em Oslo. Atualmente, integra os conselhos
editoriais das revistas American Journal
of Distance Education (U.S.), Open
Learning (U.K.), International
Journal for Advanced Technology in Learning
(U.S.), International Review of Research
in Open and Distance Learning (Canadá)
e Revista Iberoamericana de Educación
a Distancia (Espanha). |
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Arlette
Azevedo de Paula Guibert
Licenciada em pedagogia pela PUC-SP. Especialista
em comunicação audiovisual
e mestre em educação pela
Universidade de Indiana (EUA). Além
de atuar na educação formal
como técnica de educação
do MEC, sua contribuição mais
importante foi na área de formação
profissional de trabalhadores para a indústria,
na qual iniciou o trabalho com educação
a distância e coordenou a produção
do Telecurso 2000 profissionalizante. É
consultora para projetos de educação
a distância em entidades públicas
e particulares, e atua, no momento, como
assessora da Associação Brasileira
de Educação a Distância
(ABED). |
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Luciano
Gamez
Possui bacharelado em psicologia pela Universidade
São Marcos, graduação
em psicologia pela Universidade de Lisboa,
mestrado em engenharia humana pela Universidade
do Minho e doutorado em engenharia de produção
pela Universidade Federal de Santa Catarina.
Atualmente, é coordenador pedagógico
na Coordenadoria de Tecnologia aplicada
à Educação na Fundação
Armando Álvares Penteado (FAAP),
trabalhando em São Paulo. Tem experiência
na área de educação,
com ênfase em métodos e técnicas
de ensino, trabalhando principalmente com
os seguintes temas: educação
a distancia, aprendizagem, comportamento
humano, ergonomia de interfaces humano-computador
e metodologia. |
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Mavi
Polo
Bacharel em ciência da computação
pela Universidade Estadual Paulista (Unesp)
com participação em treinamentos
de marketing, liderança, estratégia
e vendas em países como Israel, Estados
Unidos e México. Tem vivência
de dez anos em empresas multinacionais e
realiza palestras acadêmicas e apresentações
comerciais em eventos de educação
a distância, dedicando-se atualmente
a desenvolver projetos de certificação
internacional de competências no país. |
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MyMathLab:
software de nivelamento do conhecimento de matemática
MyMathLab é um software de nivelamento do conhecimento
de matemática. É dirigido a estudantes
universitários do primeiro semestre que precisam
reforçar, nivelar o conhecimento e demonstrar
domínio sobre os temas introdutórios
das disciplinas que usam a matemática.
Conheça este sistema de exercicíos e
tutoriais on-line que auxilia o sistema de aprendizagem
de matemática e ajuda universidades a reduzirem
em 20% os índice de evasão dos cursos.
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Mavi Polo
Bacharel em ciência da computação
pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) com
participação em treinamentos de
marketing, liderança, estratégia
e vendas em países como Israel, Estados
Unidos e México. Tem vivência de
dez anos em empresas multinacionais e realiza
palestras acadêmicas e apresentações
comerciais em eventos de educação
a distância, dedicando-se atualmente a desenvolver
projetos de certificação internacional
de competências no país. |
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Nivelamento
do conhecimento de matemática
Caso de sucesso de Quinsigamond Community College
Venha conhecer o caso de sucesso do uso de software
de nivelamento do conhecimento de matemática
pelos alunos do Quinsigamond Community College, nos
Estados Unidos.
´College Algebra´ é um curso básico
de álgebra obrigatório para a maioria
dos estudantes durante seu primeiro ano na instituição,
sejam esses alunos de cursos de 2 ou 4 anos de duração.
Este curso possui uma grande quantidade de matrículas
e é formado por alunos com o mais variado conhecimento
de matemática, tornando o ensino um importante
desafio para o professor, que se depara com muitos
alunos não preparados para ingressar na universidade
na mesma sala de aula de alunos de nível avançado.
Saiba como o uso intensivo de software de nivelamento
nesta classe permite o “controle” do progresso
de toda a turma.
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Andreana M. Grimaldo
Andreana M. Grimaldo é professora de matemática
na faculdade Quinsigamond, em Worcester, Massachusetts
(EUA). Está envolvida na reformulação
do curso de matemática, o que inclui a
redação e a edição
dos manuais para instrutores, o treinamento para
corpo docente com foco em formatos alternativos
de aula e o treinamento docente para utilização
de tecnologia no campus. Andreana foi coautora
de 13 manuais para instrutores, editados pela
Pearson Education, contribuiu com material para
um livro de álgebra intermediária
e atua como instrutora de professores do MyMathLab,
também da Pearson Education. Já
se apresentou em diversas conferências de
reformulação de cursos, incluindo
a International Conference of Technology in Collegiate
Mathematics. É professora de cursos
presenciais e a distância e é mestre
em matemática pela faculdade de Worcester. |
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O Modelo Educacional
da Open University
Nesta apresentação Luciano falará
sobre o modelo educacional da Open University, uma
instituição de educação
superior baseada no Reino Unido. A Open University
vem utilizando com sucesso métodos e técnicas
de ensino à distância por mais de 40
anos, sendo uma instituição pioneira
em nível mundial a desenvolver e implementar
o conceito. Especial ênfase será dada
à Open University Business School, a qual está
em fase de franca expansão internacional através
de parcerias e desenvolvimento de cursos voltados
para mercados globais.
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Luciano Batista
Luciano Batista é professor dos cursos
de graduação e pós-graduação
em administração da Open University
Business School no Reino Unido. É membro
da Academia Britânica de Administração
e do Instituto de Logística e Transportes
do Reino Unido. Sua formação acadêmica
inclui bacharelado em ciências da computação
e mestrado e doutorado em administração.
Atualmente, faz parte da equipe de acadêmicos
que está elaborando o novo Global MBA da
Open University, o qual será lançado
no final de 2010.
Publicou artigos e proferiu palestras em diversas
conferências internacionais na Europa, nos
Estados Unidos e na América Latina. Suas
áreas de conhecimento incluem sistemas
e estratégias de relacionamento com clientes,
gerenciamento de operações, gerenciamento
de tecnologias de informação e logística
internacional. |
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Pearson eCollege:
uma solução de educação
on-line completa
A Pearson, líder mundial em soluções
educacionais, traz para o Brasil o Pearson eCollege
e seu comprovado sistema de gerenciamento de ensino,
oferecendo uma solução completa nessa
área para educação acadêmica
e corporativa. O sistema de gestão de aprendizagem
(LMS) no conceito de software como serviço
(Software as a Service – SaaS) oferece toda
a infraestrutura de hardware, software e acesso via
web necessária para a implementação
de uma plataforma bem-sucedida de ensino a distância.
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Katrin Windsor
Katrin Windsor é diretora na Pearson
eCollege, com foco no projeto de expansão
internacional. Possui vasta experiência
nas áreas comercial e de marketing. Iniciou
sua carreira em vendas na Europa, tornando-se,
em seguida, gerente geral da Europa, Oriente Médio
e Africa para a Thomson Financial. Foi transferida
para o Vale do Silício, onde assumiu a
vice presidência comercial da KX Systems.
É fundadora do International Business Circle,
uma associação profissional para
altos executivos. Katrin é também
co-fundadora da Creating Thunder, uma consultoria
especializada em treinamento de marketing e vendas.
Fluente em cinco línguas, já morou
e trabalhou em Genebra, Zurique, Paris, Madri,
Londres, Palo Alto, Nova Iorque e Boulder. |
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TECNOLOGIAS
QUE EDUCAM
Ensinar e Aprender com Tecnologias de Informação
e Comunicação (TICs)
Este workshop apresentará uma
proposta de navegador, exemplos de rotas e três
práticas específicas para ensinar
e aprender com tecnologias de informação
e comunicação: utilização
de bases de dados e informações,
interação e comunicação
e construção de conteúdos.
O workshop é dirigido a professores e
apresentará sugestões para a construção
de novas rotas, experiência de rotas reais,
desafios e oportunidades. Para cada uma das
práticas específicas, detalharemos
a navegação sobre circunstâncias,
estratégias, processos e recursos.
Com essas propostas esperamos desvendar as múltiplas
possibilidades de caminhos a serem percorridos.
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Fábio Câmara
Araújo de Carvalho É
engenheiro eletricista pela UFRN, mestre
em engenharia de produção
pela UFSC. doutorando no Departamento de
Engenharia de Produção da
Escola Politécnica da USP. É
consultor da KMBusiness.net, onde desenvolve
projetos em gestão do conhecimento,
de processos e projetos, métodos
quantitativos, gestão estratégica
e balanced scorecard. É
professor da Escola Superior de Propaganda
e Marketing (ESPM) e do MBIS da PUC-SP. |
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Gregorio Bittar Ivanoff
Formado em engenharia elétrica, com
mestrado em cultura de segurança,
organizações e software. Promove
negócios, pesquisa e desenvolvimento
envolvendo sustentabilidade, economia e
tecnologias de informação
e comunicação. Atua como professor
nas seguintes escolas de negócios:
PUC-SP, UNISO, UNICID, Centro Paula Souza,
Fundação Vanzolini, FMU-SP
e FIAP-SP. Colabora com os grupos, centros
e institutos - GAS PCS EPUSP, eLabSoft PRO
EPUSP, ABEE-SP, MBIS PUC-SP, GetGC e ILAnet. |
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